segunda-feira, 7 de junho de 2010

Reportagens, Estudos e Comentarios sobre Doenças Cronicas

DOENÇAS CRÔNICAS


As doenças crônicas de acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde, “são a principal causa de morte. Mas podem ser prevenidas. A OMS indica que as doenças crônicas de declaração não obrigatória, como o diabete, a obesidade e as doenças respiratórias, representam cerca de 59% do total de 57 milhões de morte por ano [...]. Os ataques cardíacos e os enfartes do miocárdio matam cerca de 12 milhões de pessoas por ano”.
Mas com certeza para todas estas doenças existem prevenção, o que não existe e a conscientização de tratamentos preventivos por parte da população.
De acordo com o polígrafo “Visão Geral” da Organização Pan-America de Saúde: “80% das mortes por doenças crônicas em países de baixa e média renda, ocorrem em igual número entre homens e mulheres”, por falta de prevenção.
As mortes causadas por doenças infecciosas, condições maternas e perinatais e deficiências nutricionais combinadas devem diminuir em 3% nos próximos 10 anos. Estima-se que e no mesmo período os óbitos devidos às doenças crônicas devem aumentar em 17%. Isso significa que da estimativa de 64 milhões de óbitos em 2015, 41 milhões serão em decorrência de uma doença crônica”.
Segundo o CVE – Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo; “Risco em epidemiologia significa a probabilidade de que pessoas sadias, expostas a certos fatores, adquiram uma doença. Estes fatores que estão associados a um risco aumentado de adoecer são chamados de fatores de risco.
As Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) são causas importantes de morbidade (número de casos de uma doença), mortalidade (número de mortes num determinado período) e invalidez no Brasil. Para estas doenças existem vários fatores de risco, relacionados entre si, cuja prevenção reduzia o aparecimento de novos doentes, atenuaria o surgimento de lesões irreversíveis ou complicações que levariam a graus variáveis de incapacidades, até invalidez permanente.
As doenças crônicas como a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio, o derrame, o câncer, o diabetes, as doenças crônicas do pulmão, as doenças das articulações e os transtornos mentais constituem-se atualmente em importantes problemas de saúde pública, porque apresentam taxas elevadas de morbidade, mortalidade, incapacidades e alto custo nos tratamentos ambulatoriais e hospitalares”.
“Mas, tendo em vista que seus principais fatores de risco acima mencionados são passiveis de controle, e estando cada um deles associado a várias doenças, a redução de um deles resulta na prevenção e controle de várias doenças ao mesmo tempo. Por exemplo: quando uma pessoa controla seu peso estará contribuindo para evitar a obesidade, o diabetes, o infarto do coração, o derrame, o câncer, as doenças ósteo-articulares e as doenças crônicas do pulmão”.
Conforme Marcella Guimarães Assis Tirado da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais, “o setor saúde, o envelhecimento acarreta uma mudança no perfil de morbimortalidade. As doenças infecto-contagiosas deixam de ser as primeiras causas de doenças e morte e cedem lugar às doenças crônico-degenerativas, como as neoplasias, doenças do aparelho circulatório, diabetes e demências. Como são doenças crônicas, necessitam de tratamentos de longa duração, mais onerosos, com maiores recursos humanos e materiais, e que requerem tecnologia mais complexa. Tais doenças podem ainda acarretar um aumento da prevalência de incapacidades, levando a uma diminuição da autonomia e da independência na velhice”.

Introdução

Neste texto estarei apresentando alguns trechos de estudos e pesquisas referentes a doenças crônicas.
Também estarei apresentando a opinião de profissionais de saúde e a minha própria opinião.

Bibliografia
www.portaldasaude.pt
www.cve.saude.sp.gov.br
www.opas.org.br
www.ufmg.br.

Um comentário:

  1. Observe os locais onde aparecem aspas, em alguns pontos você abre aspas e não fecha, em outros ocorre o contrário.

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